

História da Apó / Sweevie
A Sweevie nasceu de uma dor. Na verdade, de duas.
Em 2015, Gi Grillot ficou presa na Rússia por acidente.
Trinta e quatro dias numa cela. Voltou ao Brasil 12 quilos mais magra, meses sem conseguir
comer. Foi num corredor de hospital, numa conversa rápida com uma
nutricionista, que descobriu a intolerância ao glúten e à lactose. Em sete dias,
estava outra.
A comida voltou a ter sentido. E com ela, a cozinha — que sempre foi o lugar
mais seguro da sua vida.
Em 2019, veio o segundo golpe: surdez súbita com zumbido permanente.
Os médicos disseram que não tinha cura. Foram 8 meses sem esperança, mas ela não desistiu de buscar. E encontrou. Uma médica lhe pediu 30 dias sem nenhum açúcar.
Em 20 dias, Gi voltou a escutar e o zumbido desapareceu.
Aí começou a busca. Ela queria uma alternativa real ao açúcar — que tivesse
sabor verdadeiro, que funcionasse no forno, que não tivesse lista de
ingredientes impossíveis de pronunciar.
Pesquisou por dois anos. Testou. Errou. Insistiu.
Nasceu a Sweevie.
Feita com polpa de maçã e frutose natural equilibrada. Mais de 50% de fibras
naturais, patenteadas e estudadas há 30 anos. Zero conservantes, corantes ou
aromatizantes. Sem contraindicação — diabéticos, celíacos e crianças podem
usar. Carameliza no forno igual ao açúcar. Sem gosto residual.
Não é milagre. É ciência e intuição de quem passou pela dor e decidiu fazer
diferente.
Quando Márcio Palermo chegou, a Sweevie ainda era uma fórmula numa
cozinha. Ele enxergou o produto antes que ele fosse produto. Com
experiência em direção de arte, marketing e fotografia gastronômica, trouxe
visão e estrutura para o que até então existia só como ideia.
Juntos, chegaram à 10ª temporada do Shark Tank Brasil. Aprovação unânime.
A Sweevie não é só um adoçante.
É o que acontece quando alguém decide curar a
própria dor — e transforma isso em algo que serve a todo mundo.
